quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Cântico da vergonha enrustida.

A moça é linda. Colega de computador ao lado, sorriso 32 dentes, nome sem consoantes duplicadas nem ipsilons, é simpatia em estado de graça. Acontece que o poeta aqui não bebe em serviço, fazendo portanto, qualquer aproximação  um calvário de gaguejos e raspados de garganta. Um dia porém, vou tomar corajem e partir para o abraço.
E esse dia foi hoje!

Festinha de aniversário geral, convidados palhaços, todo mundo descontraído e a fila para os cumprimentos. Esperei impaciente todo mundo lamber e bajular e chegou minha vez. Abracei e beijei e não morri, não tive um troço nem mesmo a pressão subiu.

Depois foi para um canto comer bolo e comemorar o feito. 

1 comentários:

  1. Parabéns pelo não-desmaio. É um feito grandioso para os tímidos que tanto aprecio(...)*

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