De um modo generalizado, pais não podem acompanhar seus filhos internados em hospitais. A regra vem da época em que as eram freiras que davam as ordens no terreiro hospitalar. Conhecidas pela crueldade, preconceito e discriminação com que tratam as pessoas, alunos e funcionários, as irmãs achavam que todo homem é um estuprador nato e basta o mero contato deles com a luz da lua que se tornam monstros sedentos de carne feminina seja ela de que idade for.
Essa lenda persiste até hoje juntamente com a da loira do banheiro ou como o velho do saco.
Crianças precisam contar apenas com as mães se estiverem internadas em enfermarias.
Um viuvo sem parentes fêmeas vai amargar a dor de ter que deixar sua prole desacompanhada. Será que ninguém enxerga a injustiça e o preconceito dessa regra? A instituição tem que dar condição para que ambos os pais possam prestar assistencia aos filhos.
Se o homem é, de fato, um animal incontrolável em sua tara, então que o hospital providencie jaulas ou instações adequadas para conter a fera.
Nenhuma pessoa com quem conversei sobre esse assunto se furtou a contar que sabe de um caso desse ou daquele pai que estuprou a filha ou olhou para a bunda de outra acompanhante.
Vamos que o pai, se lhe faltar algum parafuso da sua macheza tão reconhecida por deixar a filharada ao deus dará, resolva revesar as noites de vigilia com a mãe, acaso esse não seria um direito dele? E o estado não deveria garantir esse direito? É raro encontrar um homem que se preste ao papel, eu sei, como todo mundo se acostumou a digulgar por ai,os homens são todos canalhas, só as mulheres são santas. Não existe mulher mal caráter, por isso lhes é franqueada a presença noturna em enfermarias. Não é isso?
Ora, é obvio que vivemos aqui um equívoco. Esse regulamento persiste desde a mesma época em que se separam meninos e meninas nas escolas sob o mesmo argumento: dá confusão misturar homens e mulheres. Para apoiar tal afirmação estão aí milhares de escolas transformando o mundo num imenso caos.
Saudade docê, de me falar essas coisas aí q escreve, de te ver.
ResponderExcluirBjs