Naquele dia resolvi parar.
Pensei em todo mal que ela me fez.
Pensei na familia que já não tinha mais.
O lixo acumulando nos cômodos da casa. A casa toda em ruina.
Decidi acabar com aquela vida vulgar.
Suando e tremendo joguei cachimbo e isqueiro longe.
O suor fedia. Os dedos em carne viva.
A alma podre.
Larguei e me ergui no meio do lixo.
Dei dois passos peguei o cachimbo e voltei com tudo de novo.
Instauratio magna
8 minutos atrás
Porque tudo que se quer perpetuar é o que já existe para nós
ResponderExcluire tudo que se sabe existir é o vício, o risco, o rito
e a lança que um dia decidimos quebrar e lançar no espaço com escudo e tudo.
Que saudades, S.