Eu vim aqui...com as mãos trêmulas...com os pés em brasa, uma certa dor no joelho...Vim a galope, mancando, tropeçando nas estrelas. Vim porque vi teu brilho, um rastro de fótons, poeira de deusas nebulosas.
Antes que esta encarnação passe e você não volte mais, parti na tua pista, seguindo os gases cintilantes, a sinfonia dos fios astronômicos. Supercordas, superconcordas que eu a ame?
Não tenho certeza se você me espera, só sei que estou cada vez mais próximo, encantado. As dimensões não importam agora. Agora só quero ficar pertinho, sem dizer nada. Não saberia dizer nada de tanta beleza, de tudo tão indizível que eu nunca vi antes.
Estou assim...com o peito dando saltos e o silêncio, e o corpo todo queimando, e as cinzas se desfazendo, se misturando ser com ser, eu mortal, você cometa de fina crina axial.
ô Sanzio, Pombas, só eu visito seu blog, só eu te amo!
ResponderExcluirVc nem entra na minha rede pra postar seus escritos!
http://poesiavivaluz.ning.com/
Faça o favor.
Beijos e de mal mas morta de saudades.
mais uma vez, amo todos os seus textos!
Achei complicado o ning. Tem muita informação.
ResponderExcluirVou te falar uma coisa, se saudade matasse...
PORRA VELHO QUE TEXTO DU CA RA LHO...
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